segunda-feira, maio 19

. ausência !

As lágrimas caem apressadas... Já não as consigo conter.
Soluço numa tentativa desesperada de recuperar o ar que me roubas!
A tua ausência dói demais...
Despedaça-me.
Consome-me.
Queima-me por dentro como se fosse ácido.
Corroe até o mais recôndito canto do meu ser.
A tua ausência...
A tua incompreensível ausência!
É como um gás que me fizeste inalar (para morrer?) quando apenas queria o doce sabor do teu abraço...


Se eu to der... ainda o retribuis?

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