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sábado, setembro 3
quarta-feira, janeiro 26
- Vou fechar o meu blog.
~ Porquê?
(…)
- Acho que preciso de fechar alguns capítulos na minha vida. Já se passaram 3 anos desde que o abri... e foram os 3 anos mais difíceis que tive, na sua totalidade. Eu abro o blog e só vejo a mágoa nas palavras que escrevi... vejo o ódio que por vezes senti... vejo a desilusão de não ter sabido ser mais... e eu não quero isso. Não quero ser assim. Estou a aprender a aceitar e a viver com cada uma dessas coisas... ou quero aprender... e não consigo fazê-lo estando constantemente ligada ao passado, podendo lê-lo/revê-lo/revive-lo a cada instante... podendo rever-me, revendo a pessoa que fui (e talvez ainda seja) e da qual não gosto. E eu não preciso de me magoar mais agora... tudo o que tenho já dói demais.
Blog fechado por tempo indeterminado [ou talvez de vez].
~ Porquê?
(…)
- Acho que preciso de fechar alguns capítulos na minha vida. Já se passaram 3 anos desde que o abri... e foram os 3 anos mais difíceis que tive, na sua totalidade. Eu abro o blog e só vejo a mágoa nas palavras que escrevi... vejo o ódio que por vezes senti... vejo a desilusão de não ter sabido ser mais... e eu não quero isso. Não quero ser assim. Estou a aprender a aceitar e a viver com cada uma dessas coisas... ou quero aprender... e não consigo fazê-lo estando constantemente ligada ao passado, podendo lê-lo/revê-lo/revive-lo a cada instante... podendo rever-me, revendo a pessoa que fui (e talvez ainda seja) e da qual não gosto. E eu não preciso de me magoar mais agora... tudo o que tenho já dói demais.
Blog fechado por tempo indeterminado [ou talvez de vez].
terça-feira, junho 15
Palavras soltas
Uso as palavras .. troco-as.. brinco com elas.. Para que tudo fique longe de se entender...
Baixo a cabeça.. tantas e tantas vezes.. Para que não possam ver no meu olhar tudo aquilo que escondo nas palavras...
Sorrio.. mesmo quando a vontade me falta.. Para poder dar aos outros a força que necessitam para continuar...
Uso as palavras...
Uso-as.. a cada momento.. Em tudo o que faço.. Porque tantas vezes não as sei dizer.
E sei que aí, nessas alturas.. Tu estarás presente.
Para ler.. e perceber o que mais ninguém consegue entender...
Para me levantar a cabeça.. Olhar-me nos olhos.. Dar-me um abraço.. Pegar-me na mão e caminhar comigo. Seguindo ao meu lado. Sempre.
Para seres tu a dar-me o teu sorriso.. por saberes que o meu é frágil..
Para me dares a força que necessito para continuar.
Sim. Sei que vais estar.
Se não sempre, o tempo necessário para eu aprender e crescer.
O tempo necessário para que tudo em nós se torne mágico.
O tempo necessário para que tudo se torne inesquecível.
Se não sempre...
O tempo necessário para que eu encontre as minhas asas...
E aprenda a voar!
Baixo a cabeça.. tantas e tantas vezes.. Para que não possam ver no meu olhar tudo aquilo que escondo nas palavras...
Sorrio.. mesmo quando a vontade me falta.. Para poder dar aos outros a força que necessitam para continuar...
Uso as palavras...
Uso-as.. a cada momento.. Em tudo o que faço.. Porque tantas vezes não as sei dizer.
E sei que aí, nessas alturas.. Tu estarás presente.
Para ler.. e perceber o que mais ninguém consegue entender...
Para me levantar a cabeça.. Olhar-me nos olhos.. Dar-me um abraço.. Pegar-me na mão e caminhar comigo. Seguindo ao meu lado. Sempre.
Para seres tu a dar-me o teu sorriso.. por saberes que o meu é frágil..
Para me dares a força que necessito para continuar.
Sim. Sei que vais estar.
Se não sempre, o tempo necessário para eu aprender e crescer.
O tempo necessário para que tudo em nós se torne mágico.
O tempo necessário para que tudo se torne inesquecível.
Se não sempre...
O tempo necessário para que eu encontre as minhas asas...
E aprenda a voar!
Voei.
sábado, junho 12
Outono [perd]ido
Por onde ando?
Por onde ando eu a caminhar?
Sinto-me perdida, exausta.
Eu não sei [guar]dar as coisas importantes...
Estou sempre a perder-me!
Perderei também os outros?
Começo a sentir que sim...
Um mundo enorme...
Sozinha?
Penso muitas vezes como seria a minha vida se não tivesse dado tantas voltas...
Seria feliz, ali, onde a água do mar é quente e sabe bem? Onde as crianças podem ser crianças e os adultos simplesmente adultos? Onde nestes dias já se viam as casas decoradas... E os meninos andavam já ansiosos...
Teria sido feliz?
Quero acreditar que sim...
É que, sabes?
Não o sou.
Não hoje. Não agora, Não há muito tempo.
Procuro dentro e fora de mim...
Sinto-me inútil.
Não encontro nada de novo.
O meu coração de retalhos está vazio...
As folhas espalhadas pelo chão... Outono!
Os meus sonhos também são outono...
Espalhados. Caídos.
Eu já não sei onde. Não os encontro.
Hoje eu não tenho coração. Deixei-o em casa.
Guardado. Na gaveta. Dentro do armário.
Esquecido?
Talvez. Talvez esqueça demasiadas coisas...
Eu não encontro caminhos. Já não sei caminhar...
Apenas encontro curvas, cruzamentos e becos sem saída.
[Perd]ida. [De] [par]tida.
Por onde ando eu a caminhar?
Sinto-me perdida, exausta.
Eu não sei [guar]dar as coisas importantes...
Estou sempre a perder-me!
Perderei também os outros?
Começo a sentir que sim...
Um mundo enorme...
Sozinha?
Penso muitas vezes como seria a minha vida se não tivesse dado tantas voltas...
Seria feliz, ali, onde a água do mar é quente e sabe bem? Onde as crianças podem ser crianças e os adultos simplesmente adultos? Onde nestes dias já se viam as casas decoradas... E os meninos andavam já ansiosos...
Teria sido feliz?
Quero acreditar que sim...
É que, sabes?
Não o sou.
Não hoje. Não agora, Não há muito tempo.
Procuro dentro e fora de mim...
Sinto-me inútil.
Não encontro nada de novo.
O meu coração de retalhos está vazio...
As folhas espalhadas pelo chão... Outono!
Os meus sonhos também são outono...
Espalhados. Caídos.
Eu já não sei onde. Não os encontro.
Hoje eu não tenho coração. Deixei-o em casa.
Guardado. Na gaveta. Dentro do armário.
Esquecido?
Talvez. Talvez esqueça demasiadas coisas...
Eu não encontro caminhos. Já não sei caminhar...
Apenas encontro curvas, cruzamentos e becos sem saída.
[Perd]ida. [De] [par]tida.
Serei eu, ainda, a criança que tem o sorriso no olhar?
terça-feira, maio 4
Coração de porcelana [1]
Um dia alguém disse "Não te deixarei cair. Não te deixarei tocar no chão"
Lembras-te?
Lembras-te?
Queria aquele cantinho onde essa foto foi tirada.. onde aqueles sorrisos foram oferecidos e as gargalhadas soltas.. na pura inocência da nossa felicidade e vidas "perfeitas". Aqueles abraços apertados e as mãos dadas. Queria-te aqui agora para me dizeres, com a sinceridade que mais ninguém sabe, aquilo que realmente sou.. aquilo que realmente valho.
Disseste-me que a universidade seria um verdadeiro teste a minha personalidade e se eu o superasse, era porque eu era realmente a pessoa que conheceste. Não sei em que ponto desse teste vou nem qual a minha pontuação. Mas sei o quanto por vezes me custa estar aqui.
Esta é a minha cidade e tenho aqui Grandes Pessoas, é verdade. Porém, também há aqueles dias em que só queria as minhas pessoas de sempre, capazes de ler o meu olhar e interpretar os meus sorrisos. Capazes de saber quando os meus silêncios me denunciam.. e perceber quando as lágrimas estão a querer mostrar-se.
Porque a ti, minha pequenina, um dia dediquei-te aquela frase.. porque a ti pedi-te, quase num sussurro que nunca deixasses cair as pontes entre nós. E só para ti me recusei escrever no dia em que sabíamos que os nossos caminhos começavam a ser paralelos.. no dia em que sabíamos que viria a mudança. Contudo, também foi nesse dia que soubemos que se fossemos capazes de manter as nossas linhas cruzadas, sem desatar as nossas fitas, então seríamos também capazes de mandar no nosso destino e fazer a nossa história.
A ti, querida, tenho pavor de desiludir. Mas sei que, mesmo que isso aconteça, a ti não te irei perder.
Tu não és só mais uma. Tu és especial.
Hoje, só queria um abraço.. sem perguntas, sem palavras. Só o abraço e o silêncio. Aquele que tantas vezes me fez desabar e deixar o mar rebentar. Mas tu não estás aqui. E eras tu quem eu mais queria agora.
É que as desilusões são como o rebentar das ondas num dia de tempestade.. quando vem, vem todas de uma só vez!
É que as pessoas são areia que se esvai por entre os dedos. E quando damos por nós, sentimo-nos de mãos vazias.. E vemos no ar um balão, que se afasta de nós por mais que o tentemos alcançar.
É que hoje não quero dar explicações.. Hoje só queria sentar-me no chão, com o nosso silêncio e desabar. Saber que teria alguém a meu lado capaz de me compreender, mesmo sem palavras. E sei que te tinha. Porque tu adivinhavas sempre.
Contudo, aqui não tenho. Não tenho ninguém capaz de adivinhar quando preciso de um abraço ou de perceber quando preciso de falar. Aqui, ninguém me sabe ler. Aqui...
Aqui sou eu, no meu eu mais natural, espontâneo e sincero. E talvez seja por isso que aqui ninguém me sabe ler.
Sabes, talvez seja eu que tive nota negativa no teste que me falaste. Se calhar preciso de estudar mais...
Acho que vou a exame.
E sabes, meu bem? Sei que quando chegar ao final, terei boa nota. E, espero que sejas tu a dar-me o abraço que hoje me falta e a dizer-me que consegui a Licenciatura da Vida.
[Hoje fazes-me falta.]
sábado, fevereiro 20
passa[gem]
...
porque a vida continua a passar por mim e a ver-me de braços cruzados, sentada numa esplanada de café... à espera de um vendedor de balões [de sonhos?]
...
a vida continua a passar e eu continuo aqui à espera que passes com ela!
...
continua a passar e, por mais que [eu] feche os olhos, continuo a ver-te diante de mim.. como antes, como sempre.
...
Para ti, faltam-me sempre as palavras.
Porque, sabes?
Eram precisas demasiadas palavras para descrever o quanto és importante para mim... quase tantas como inventar um novo dicionário!
Fazes-me falta.
porque a vida continua a passar por mim e a ver-me de braços cruzados, sentada numa esplanada de café... à espera de um vendedor de balões [de sonhos?]
...
a vida continua a passar e eu continuo aqui à espera que passes com ela!
...
continua a passar e, por mais que [eu] feche os olhos, continuo a ver-te diante de mim.. como antes, como sempre.
...
Para ti, faltam-me sempre as palavras.
Porque, sabes?
Eram precisas demasiadas palavras para descrever o quanto és importante para mim... quase tantas como inventar um novo dicionário!
Fazes-me falta.
terça-feira, fevereiro 16
Coração de porcelana
- Queria um abraço...
- Fecha os olhinhos.. imagina que te estou a apertar muitoooo
- Precisava mesmo dele...
Não consigo aguentar[-me] mais, ser forte, quando sei que parte de mim foi-se no domingo.. no mesmo momento em que fui obrigada a dizer adeus.. No mesmo momento em que vi quem amava partir, deixar-me. No mesmo momento em que me senti ruir... em que senti que dentro de mim rebentava o mar.
As palavras vão-se.. Ficaram presas naquela rosa branca. Nos tantos abraços trocados.
- Preciso de um abraço.
Tenho dentro de mim um pedido silencioso de socorro, de conforto.. Um grito que teima em não sair.. Um mar que teima em não rebentar, rebentando por dentro.
No fundo, só não me perdoo ainda. Não me perdoo nunca te ter olhado nos olhos e ter-te dito o quanto me eras importante.. nunca te ter dito que gostava realmente de ti.. o quanto és importante.. o quanto a tua presença e o saber que te veria em qualquer altura foi importante durante aqueles quatro anos.. o quanto os sorrisos, o conforto e as palavras sempre certas me davam alento.. o quanto me soubeste transmitir força e dar segurança de cada vez que o meu mundo ruia. Agora foste.. e ainda não entendo porquê! Foste..
- Preciso realmente de um abraço!
Faltas tu para mo dar. Faltas tu para me dizer que 'vai tudo correr bem'. Faltas tu para acreditares em mim quando nem eu própria acreditava que era capaz.
Foste.. E quem ficará.. e será capaz de ser tudo aquilo que foste?
Mas tu foste.. quem será capaz de [me] consertar?
Foste...
Até amanhã.
Será sempre, amanhã...
[Foste e levaste parte de mim!
Cuida de mim.
Sei que cuidarás!]
Uma professora, uma amiga... uma segunda mãe!
Para sempre.
Uma professora, uma amiga... uma segunda mãe!
Para sempre.
terça-feira, fevereiro 2
Eternas crianças.
Apetece-me sair a correr, agora mesmo e ir ter contigo. Dar-te um abraço forte, aninhar-me em ti e explodir. Lembras-te quando, sentada contigo no chão, na relva ou noutro sítio qualquer me deixava simplesmente soltar? Deixava-me simplesmente explodir? Queria tanto. Queria tanto sentar-me contigo no chão e libertar-me!
As pessoas são estranhas. Poucas, muito poucas gostam de se sentar no chão. E aquela que encontrei que gostava de o fazer, foi embora. Ou vai.
Quando crescemos, sentar no chão parece-nos sempre inapropriado. Sentar no meio da rua só porque sim, não se ajusta nos padrões que estabelecemos como certos. E por isso nós gostávamos de o fazer. Porque sempre fomos diferentes. Em tudo. Até na nossa amizade o éramos (somos!). Sempre quisemos marcar pela diferença. Sempre gostamos de ser crianças e, se nos olhassem de lado por isso, nos riamos.
Ninguém percebe (ou então sabem, percebem, mas não o querem admitir) o quão é bom sentar no chão. Rir. Chorar. Qualquer coisa era boa naqueles momentos! Nos nossos momentos!
Apetecia-me sair a correr. Ir ter contigo. Dar-te um abraço e dizer-te, mais uma vez, o quanto me és importante! Lembrar-te o quanto me és especial e o quanto preciso de ti. Porque tu sempre foste aquela que conseguia ter tudo de mim. Aquela que me fazia falar, mesmo nos piores dias. E tinhas sempre as palavras certas.. e, quando estas faltavam, tinhas sempre um abraço seguro.
Apeteceu-me, apetecia-me e apetece-me sair a correr. Ir ter contigo. Fazes-me falta.
Contigo era sempre tudo diferente. Contigo sabia que nunca caminhava sozinha. Que nunca chorava sozinha. Que nunca estava sozinha.
Tu tinhas sempre uma mensagem, um post-it, um recado rabiscado num sítio qualquer... um sorriso.
... Ir ter contigo.
Só para ter a certeza que ainda continuas aí!
[As forças faltam-me para correr. Anda, por favor, e senta-te comigo.
Não quero mais sentar-me sozinha neste chão que sei de cor!
Abraças-me?]
Abraças-me?]
segunda-feira, janeiro 4
Do meu baú...
Nem sempre queremos palavras de conforto, abraços ou presenças físicas.
Há coisas que valem mais que isso.
Há pessoas que nos dão uma palmada nas costas quando vêem uma lágrima... para depois se irem embora. Mas há quem não diga nada e fique.
Há quem esqueça as nossas lágrimas... porque muito antes, muito antes disso já viu a tristeza no nosso olhar.
Há quem se esqueça das palavras bonitas para dizer aquelas que tem de ser ditas... aquelas que realmente merecemos e precisamos de ouvir.
Há quem não precise de estar ou dizer algo para que saibamos que está presente... porque simplesmente está.
Sente-se.
Mais que presença física...
Mais que (apenas mais) um corpo ali junto de nós...
Apenas sente-se.
Onde mais ninguém o pode sentir.
Lá dentro. Cá dentro.
Há pessoas que simplesmente chamamos de amigos.
Amigos.
Não colegas... não companheiros... não conhecidos...
Amigos.
Porque não é preciso dizer nada mais.
... não precisam de justificações... perguntas... ou serem chamados.
Simplesmente estão lá. Sempre.
Onde mais ninguém pode estar.
Estão.
E são eles as nossas forças.
[Escrito a 03-01-08 || Assustei-me ontem quando o encontrei e o (re)li. Ontem fez exactamente dois anos que o escrevi... estranha coincidência, não? Lembro-me, como se fosse hoje para quem o escrevi.
sábado, novembro 28
[De]Lírios
A minha vida não é de[lírios e p]rosas
Contudo, hoje sonho em conjunto,
Um sonho dentro de um sonho, com outro sonho junto.
O meu sonho e o meu ser.
Sonho com um outro espaço, uma outra forma de viver.
Sonho e deliro, saindo de mim
Fujo do que fui e agarro-me ao que quero ser.
Ambiciono ser um outro alguém,
Cobiço o futuro e entrego-me à vontade de vencer.
Vencer mais que o mundo que me rodeia,
Vencer-me a mim mesma, libertando-me das correias.
Correias estas que me prendem e acorrentam a alma.
Deixo o mundo girar, girando com ele,
Ficando tonta, perdendo a calma.
A calma que tantas vezes me restringe,
Deixando de lado a comodidade,
E abraçando, com tranquilidade,
O decurso do rio que esta vida me impinge.
Perco-me e encontro-me novamente.
Deliro, perco a certeza neste minha estranha mente.
Devaneio e dou por mim num campo
Rodeado de lírios bravos, lírios brancos
Os lírios da beleza e pureza encontrada
Nesta minha busca de certezas, sentindo-me desesperada.
Sou alguém em delírio, quase alucinada.
Tenho a calma do vento e o vento é a fachada
Pois quando o mundo gira, eu giro com ele
E a calma desaparece, deixando-me desorientada.
Transfiguro-me e deixo-me perder
Corro, fujo.. e volto, como os lírios, em delirio, a nascer.
Contudo, hoje sonho em conjunto,
Um sonho dentro de um sonho, com outro sonho junto.
O meu sonho e o meu ser.
Sonho com um outro espaço, uma outra forma de viver.
Sonho e deliro, saindo de mim
Fujo do que fui e agarro-me ao que quero ser.
Ambiciono ser um outro alguém,
Cobiço o futuro e entrego-me à vontade de vencer.
Vencer mais que o mundo que me rodeia,
Vencer-me a mim mesma, libertando-me das correias.
Correias estas que me prendem e acorrentam a alma.
Deixo o mundo girar, girando com ele,
Ficando tonta, perdendo a calma.
A calma que tantas vezes me restringe,
Deixando de lado a comodidade,
E abraçando, com tranquilidade,
O decurso do rio que esta vida me impinge.
Perco-me e encontro-me novamente.
Deliro, perco a certeza neste minha estranha mente.
Devaneio e dou por mim num campo
Rodeado de lírios bravos, lírios brancos
Os lírios da beleza e pureza encontrada
Nesta minha busca de certezas, sentindo-me desesperada.
Sou alguém em delírio, quase alucinada.
Tenho a calma do vento e o vento é a fachada
Pois quando o mundo gira, eu giro com ele
E a calma desaparece, deixando-me desorientada.
Transfiguro-me e deixo-me perder
Corro, fujo.. e volto, como os lírios, em delirio, a nascer.
quinta-feira, outubro 22
Hoje...
Sinto a tua falta. Hoje lembrei-me tanto de ti... É inevitável não sentir saudade... Queria que o tempo voltasse atrás. Passamos por tanto! Quando estavas comigo tudo se tornava tão mais fácil.. tão mais suportável. Continuo sem perceber o que aconteceu.. continuo sem entender porquê. Porquê?
Só queria que estivesses aqui. Tantos planos... tantas histórias... tantos momentos... tanto de nós!
Hoje chorei.
Por medo, por raiva, por saudade, por nós.
Quis trabalhar e só pensava em escrever. Em escrever-te.
Como pudeste deixar tanto de ti em mim? Como pudeste partir sem olhar para trás, sem pensar, sem dizer adeus... sem me deixares dizerte adeus? Como pudeste ir sem me deixares, por única vez, dizer-te o quanto eras importante?
Sinto a tua falta.
Nunca te dei um abraço... mas tiveste sempre o meu sorriso e o meu olhar sincero. Tiveste, até, as minhas lágrimas.
O nosso tempo nunca foi perfeito. Nem sequer quando sabia estar a chegar ao fim. O orgulho foi sempre maior. E por isso choro. Revolto-me. Porque tu? Logo tu!
Serás tu o meu guardião de memórias? Aquele que mesmo longe consegue chegar a mim e acalmar-me as rugas que se vão formando na testa? Serás tu o protector que sempre quis ter?
Não. Não me lembrei de ti passado um ano. Não. Não te recordei como devia. Nem te amei como devia enquanto pude fazê-lo. Perdoa-me.
Hoje choro.
Recordo-me de tudo... de cada momento. De ti. De uma história que acabou quando apenas ia no início.
Fazes-me falta. Já te disse?
Hoje toda a gente me faz falta. Até tu.
É que hoje, no meio desta reviravolta que levei dentro de mim, perdi-me. E temo não mais me encontrar.
(17-10-09 05h45)
quinta-feira, agosto 13
Confidências

[Nunca te esqueças do que me ensinaste: as palavras pequenas são, quase sempre, as mais importantes!]
Sabes uma coisa?
É por 'era uma vez' que começa o pequeno caderno que te dei.. com um pedacinho da nossa história.
Hoje lembrei-me tanto de ti.. Queria ter-te aqui. Foi sempre contigo que partilhei os meus momentos menos bons, durante 3 anos inteirinhos (Sim, porque no 1º ano não conta!) e hoje, que me sinto feliz, era contigo que gostava de partilhar também. Foste das primeiras pessoas de quem me lembrei.. e foi do teu abraço que senti falta.
São as coisas mais raras que temos na vida que se tornam mais importantes.. e o teu abraço é uma delas. Não era raro no sentido de o ter poucas vezes, mas sim porque aparecia sempre que uma de nós mais precisava. Não era banalizado, dado ao acaso ou por mero capricho. Era necessário. E isso tornou-o único. Especial. Tal como tu.
Podíamos não falar todos os dias. Não estarmos juntas todos os dias. Não desabafar sempre. Mas sabíamos que sempre, sempre! que uma de nós precisasse, a outra ia la estar. Sei que não éramos as melhores, mas também não era isso que importava. O importante é que eras um pedacinho de mim. Um dos melhores pedacinhos que trazia comigo. Uma das melhores pessoas que conheci. Uma das pessoas que mais cresceu e mais me fez crescer.
Só sei que, hoje, as saudades são tantas que me fazem querer sair a correr só para ir ter contigo e saber que ainda continuas aí.
És essencial, pequenina *
quinta-feira, junho 25
Quantas vezes...

- "Adivinhas quando preciso de ti. Tens magia..."
E será que sempre que eu procuro é pelos outros? Será que sempre que eu percorro a estrada com a placa 'Amizade' é realmente pelos outros?
- "Talvez também eu precise. Mas eu não quero falar de mim..."
Quantas vezes não caminhei já por ali procurando apenas abrigo? Quantas vezes não desejei Boa Noite, querendo realmente dizer "Preciso de ti"?
Quantas vezes, ao procurar saber dos outros, não era eu quem precisava de ser procurada? Quem chorava (soluçava até), t[r]emia, quase desesperava... querendo apenas sentir que ainda estava aí alguém. Do outro lado da estrada.
Quantas vezes não fui eu essa menina pequena que espera apenas que esse alguém pudesse acalmar de novo o seu comboio de corda que é o coração, torna-lo mais leve, recompondo-o. Ou simplesmente dissesse "Estou aqui". (...)
... quando o furacão volta e se [re]perdem as palavras...
quinta-feira, março 12
A chuva dos dias .
- “O que tens? O que se passa?”
- “Nada”
- “Então porque estás assim?”
Sinto o mundo a ruir, sabes? É como se, à tua frente, apenas visses um buraco, cada vez mais próximo... cada vez mais fundo.
Será que não entendes?
Dizem que a chuva que mais incomoda é a que acontece dentro de nós. Aquela que inunda o nosso ser e fustiga as nossas janelas... A chuva que apodrece e faz ruir as nossas muralhas...
E depois disto, o que resta?
Depois da chuva, virá sempre o sol? Depois de tudo, todos voltam? Ou ficarão sempre escondidos nas tocas onde se refugiaram para nada ter de dizer... para nada ter de fazer? Depois de todas as pedras juntas, quem sobe a escada? Depois da batalha ganha, quem receberá as flores e as palmas?
Revolto-me.
Revolto-me mas nada posso fazer. Revolto-me mas não posso gritar. Revolto-me mas não posso fugir...
E questiono-me. Mas de que adianta questionar? Procurar sentido para o mundo e as batalhas que nos atormentam...?
Nada.
Porque o tudo é nada e o nada é tudo.
E eu sou nada.
Hoje sou nada.
E neste nada que sou, sei que tenho tudo dentro de mim.
- “Nada”
- “Então porque estás assim?”
Sinto o mundo a ruir, sabes? É como se, à tua frente, apenas visses um buraco, cada vez mais próximo... cada vez mais fundo.
Será que não entendes?
Dizem que a chuva que mais incomoda é a que acontece dentro de nós. Aquela que inunda o nosso ser e fustiga as nossas janelas... A chuva que apodrece e faz ruir as nossas muralhas...
E depois disto, o que resta?
Depois da chuva, virá sempre o sol? Depois de tudo, todos voltam? Ou ficarão sempre escondidos nas tocas onde se refugiaram para nada ter de dizer... para nada ter de fazer? Depois de todas as pedras juntas, quem sobe a escada? Depois da batalha ganha, quem receberá as flores e as palmas?
Revolto-me.
Revolto-me mas nada posso fazer. Revolto-me mas não posso gritar. Revolto-me mas não posso fugir...
E questiono-me. Mas de que adianta questionar? Procurar sentido para o mundo e as batalhas que nos atormentam...?
Nada.
Porque o tudo é nada e o nada é tudo.
E eu sou nada.
Hoje sou nada.
E neste nada que sou, sei que tenho tudo dentro de mim.
[09-03-09]
segunda-feira, janeiro 19
Segurança '

- Hoje queria o teu abraço...
- Porque meu doce?
- Apetece-me.
Queria a segurança que sempre sinto, quis dizer-lhe. Mas não disse, nunca digo. Aqui, comigo, cá dentro, está tudo bem. Está sempre. Tem de estar.
- Um xi imaginário.
E ela, como se adivinha-se tudo o que não digo, tenta. Tenta encontrar o meu sorriso que à muito se perdeu... mas ela não desiste de o procurar. Tenta dar-me a segurança que tão bem sabe transmitir... que sempre encontro nos seus braços, no seu aconchego.
- Prometes que é para sempre?
- Não.
Sustenho a respiração.
- É para mais do que para sempre.
Sorrio.
- Gosto muito de ti.
- E eu gosto mais ainda.
Sorrio novamente.
É nestes momentos que tenho a certeza que nunca, nunca a poderei perder!
... pimpolha *
quinta-feira, outubro 16
Histórias do fundo do mar...

Um dia disse que te daria o mundo, se eu pudesse...
Abri as mãos e estendi-as ao mundo... mas ele nada me deu.
E eu virei-lhe as costas.
Pela primeira vez, desisti de algo que queria muito. Desisti de mim.
Acreditei, desde então, que eu nada tinha para dar.
Fui ao fundo do mar e procurei uma concha, a maior concha que alguma vez alguém viu. E escondi-me lá.
E fiquei assim. Durante muito, muito tempo.
Um dia, um outro dia muito distante, alguém mergulhou bem fundo no mar e encontrou a minha concha. Era bonita, mas tinha-se tornado muito pequena... apenas os olhares atentos davam por ela. Eu também era pequena. Pequena por dentro. Ao abrirem a concha, não encontraram a pérola que tanto procuravam, mas encontraram-me a mim. Tiraram-me da concha. Aceitaram-me. Abriram-me os braços e disseram-me que me poderiam dar o mundo...
Aquelas pessoas, procuravam as pérolas porque viam nelas a perfeição. Contudo, pouco se importaram que eu não fosse perfeita. Simplesmente ofereceram-me o mundo, tal como em tempos eu tinha feito.
E, mais uma vez, voltei a estender as mãos... e o mundo deu-me tudo!
Deu-me tudo...
Deu-me tudo porque sabia que agora eu tinha alguém com quem partilhar o mundo... Alguém que verdadeiramente quisesse o meu mundo e que partilhasse o seu mundo com o meu!
O meu mundo...
Quantas histórias?
terça-feira, agosto 19
. pedacinhos de alma '

... porquê?
Talvez por saudade..
Sinto cá dentro aquela vontade incontrolável de correr e abraçar.. de sorrir e agradecer.. de ver.. de chorar .. de falar com os olhos.. Sinto cá dentro aquele torpor com que a saudade nos deixa, e aquela incompreensível tendência de querer gritar ao mundo que ali, com aquelas pessoas, nós fomos felizes!
E fui.
Eu sorri, abracei e fui feliz. Vezes sem conta, fui feliz. E sou.
Sou feliz de cada vez que olho para trás, que procuro.. e encontro um pedacinho meu em cada pessoa. Quando encontro um pedacinho meu em ti.
Eu sei que não compreendes esta saudade. Não ainda.
Ontem perguntaste-me se a felicidade tinha cor. Eu não respondi, mas hoje eu sei responder-te!
- Sim. A felicidade tem cor. Tem a cor de um arco-íris! Mas mais que isso.. Tem o brilho dos olhos das crianças inocentes.. Tem o sorriso de cada pessoa que sabe o que é sentir o seu coração bater mais depressa.. Tem os sonhos e a fé que só os peregrinos sabem ter. Os peregrinos da vida.. aqueles que caminham sem parar.. aqueles que cantam e inventam uma música nova a cada passo.. Aqueles que abrem o seu coração ao mundo, estendem as suas mãos e entrelaçam os seus dedos com os dedos daquele que vai a seu lado. Porque, sabes? Todo o caminho se torna mais fácil quando alguém nos dá a mão no nosso caminhar!
Ficas surpreendido?
Não fiques.
Um dia irás descobrir tudo isto novamente e sorrirás porque verás o céu como se fosse um sonho. E tornar-te-ás num sonhador.
E recordaras esta conversa, este momento.
E perceberás o que é esta saudade de que tanto falo mas que não compreendes.
Agora anda cá. Fica comigo só mais um pouco e dá-me a tua mão.. Fica junto a mim e ouve o segredar do meu coração.. aquele coração que dizes ser de magia.
Não vás. Fica e dá-me o sorriso que me roubas a cada instante.. mas que negas e dizes ver no meu olhar.
Anda cá.
Fica.
Só mais um pouco.. só mais um dia..
sexta-feira, julho 4
Zwilling's
'

“ Neste momento, poucas são as pessoas importantes da minha vida...
E sem dúvida que tu és uma delas. “
E és.
De facto és.
És aquela pessoa que de tantas semelhanças, te tornas única. E o facto de seres única, torna-te especial.
És especial pelo simples facto de seres tu, sempre. Sem medos nem hesitações... assumindo os defeitos e fraquesas... com orgulho nas qualidades.
E isso faz-me ter orgulho em ti.
E o orgulho é superior pelo facto de te poder chamar amiga.
... Porque és aquela pessoa que com toda a sua simplicidade, emprestas todos os dias um pouco mais de cor ao meu mundo... Com sorrisos doces como o mel e fáceis de conquistar. Mas ainda mais doce é o teu olhar, azul... marcante... e profundo como o mar. É no teu olhar que encontro tudo o que não dizes (por medo, vergonha ou porque simplesmente é banal)... É no teu olhar que me perco como quando olho o mar. Mas não apenas o mar como também o céu... que me transmite a paz e calma que tantas vezes perco e (re)encontro em ti.
Como o teu olhar, apenas o teu abraço... que me dás dia após dia com palavras que me aquecem a alma.
És tu.
Com tudo o que esse 'tu' possa dizer.
E esse 'tu' é especial !
Gémea <3 *

“ Neste momento, poucas são as pessoas importantes da minha vida...
E sem dúvida que tu és uma delas. “
E és.
De facto és.
És aquela pessoa que de tantas semelhanças, te tornas única. E o facto de seres única, torna-te especial.
És especial pelo simples facto de seres tu, sempre. Sem medos nem hesitações... assumindo os defeitos e fraquesas... com orgulho nas qualidades.
E isso faz-me ter orgulho em ti.
E o orgulho é superior pelo facto de te poder chamar amiga.
... Porque és aquela pessoa que com toda a sua simplicidade, emprestas todos os dias um pouco mais de cor ao meu mundo... Com sorrisos doces como o mel e fáceis de conquistar. Mas ainda mais doce é o teu olhar, azul... marcante... e profundo como o mar. É no teu olhar que encontro tudo o que não dizes (por medo, vergonha ou porque simplesmente é banal)... É no teu olhar que me perco como quando olho o mar. Mas não apenas o mar como também o céu... que me transmite a paz e calma que tantas vezes perco e (re)encontro em ti.
Como o teu olhar, apenas o teu abraço... que me dás dia após dia com palavras que me aquecem a alma.
És tu.
Com tudo o que esse 'tu' possa dizer.
E esse 'tu' é especial !
Gémea <3 *
segunda-feira, maio 12
Essencial ..

" Se há pessoas que acham que não existem boas amizades, é porque não conhecem a nossa!! "
Tudo começou com palavras pequenas numa folha de papel. Palavras que com o tempo se tornaram grandes.. E que (até) deixaram de ser essenciais.
Falavas e sentias.. Dizias a tua verdade e fazias as palavras serem mel.
Encontraste em mim coisas que não sinto e não sei... Fazes-me sentir diferente.. leve. Fazem-me ver para além das palavras... para além dos teus olhos. Vejo o teu sorriso e fazes-me sorrir. O teu olhar...
Encontro-te nas palavras e no nosso silêncio. E nós vamos mais além... muito além do tempo.
Encontramo-nos no pensamento?
Sou contigo tudo o que sempre quis ser. Dou-te tudo aquilo que os outros nem conseguem ver!
Dou-te o meu mundo... Deixei-o nas tuas mãos... E nele nasceu um jardim que floresceu no coração.
É a primavera.
A primavera da vida.
“És tu a primavera que eu esperava
a vida multiplicada e brilhante
onde é pleno e perfeito cada instante”
Cada instante de paz... partilhado por breves palavras que são tanto para nós, sem serem nada, de facto.
O que nos faz ser assim?
A perfeição de cada momento... O silêncio de cada encontro... A intensidade de cada olhar... A leveza de cada gesto.. A simplicidade e verdade de cada palavra...
O que nos faz ser diferentes?
Será a magia das palavras que nos ligam?
Sim, de facto a escrita dá-nos... leva-nos a coisas fantásticas.
Levou-me a ti.
E eu só posso agradecer por isso!
Pela maravilha de cada instante só nosso...
És tu.
E tens o meu mundo nas tuas mãos.
És tu.
É o nosso mundo.
... De magia e sonhos. De mil possibilidades, De mil cores misturadas numa só!
És tu.
E esse 'tu' é especial !
Sabes bem .. Silêncio! .. <3 *
quinta-feira, maio 1
O nosso mundo *
Pouco antes de adormecer..Eu dava-te o mundo, sabes?
Se isso te devolvesse o sorriso, era capaz de te dar o mundo!
Iria lá aquela loja onde vendem magia e comprava o mundo só para ti.
E, sabes?
Esse mundo não precisava de um arco-íris porque nunca iria haver dias de chuva... dias maus. Só teria as pessoas que tu quisesses. E haveria sempre sorrisos no ar! As pessoas, todas elas, seriam sempre felizes. Iriam montar uma fábrica chamada FELICIDADE e depois davam (sim, davam. Não vendiam!) felicidade aos outros mundos das outras pessoas, para que todos os mundos fossem sempre felizes!
Nesse mundo, as crianças brincariam sem medo e nunca se magoavam. E as pessoas crescidas brincavam com elas! Sem preconceitos e sem as magoarem.
E teria pássaros. Muitos pássaros a cantar para nós! E a profissão das pessoas, de todas elas, seria cultivar a felicidade.
Esse mundo teria muitas cores, seria alegre! E haveria pulseiras azuis. E verdes, vermelhas, brancas... As pulseiras da amizade!
Teria um baloiço também. Mas não precisava do baú dos sonhos... porque os sonhos pairavam no ar! As pessoas sonhavam acordadas... porque eram felizes!
Nesse mundo, tudo seria possível.
E seria mágico, só por ser nosso!
Sim, eu comprava-te esse mundo.
O preço?
Daria o que fosse preciso! Porque, sabes? Foi o mundo que sempre te quis dar!
Gostas?
Então amanhã, bem cedo, vou à loja onde vendem magia.. aquela ali ao fundo da rua... E compro o mundo. Só para ti.
O nosso mundo.
Guardas bem? No coração?
Prometes?
Agora descansa. Vai dormir. Amanhã já terás o nosso mundo nas tuas mãos.
26 . Abril ' 2008
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