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sábado, setembro 3
terça-feira, maio 10
sábado, abril 23
quarta-feira, janeiro 26
- Vou fechar o meu blog.
~ Porquê?
(…)
- Acho que preciso de fechar alguns capítulos na minha vida. Já se passaram 3 anos desde que o abri... e foram os 3 anos mais difíceis que tive, na sua totalidade. Eu abro o blog e só vejo a mágoa nas palavras que escrevi... vejo o ódio que por vezes senti... vejo a desilusão de não ter sabido ser mais... e eu não quero isso. Não quero ser assim. Estou a aprender a aceitar e a viver com cada uma dessas coisas... ou quero aprender... e não consigo fazê-lo estando constantemente ligada ao passado, podendo lê-lo/revê-lo/revive-lo a cada instante... podendo rever-me, revendo a pessoa que fui (e talvez ainda seja) e da qual não gosto. E eu não preciso de me magoar mais agora... tudo o que tenho já dói demais.
Blog fechado por tempo indeterminado [ou talvez de vez].
~ Porquê?
(…)
- Acho que preciso de fechar alguns capítulos na minha vida. Já se passaram 3 anos desde que o abri... e foram os 3 anos mais difíceis que tive, na sua totalidade. Eu abro o blog e só vejo a mágoa nas palavras que escrevi... vejo o ódio que por vezes senti... vejo a desilusão de não ter sabido ser mais... e eu não quero isso. Não quero ser assim. Estou a aprender a aceitar e a viver com cada uma dessas coisas... ou quero aprender... e não consigo fazê-lo estando constantemente ligada ao passado, podendo lê-lo/revê-lo/revive-lo a cada instante... podendo rever-me, revendo a pessoa que fui (e talvez ainda seja) e da qual não gosto. E eu não preciso de me magoar mais agora... tudo o que tenho já dói demais.
Blog fechado por tempo indeterminado [ou talvez de vez].
domingo, novembro 21
Vont[ades] de ir.
Num dia em que devia estar somente concentrada no trabalho, é tudo o que menos faço. O tempo urge e o trabalho parece que aumenta a cada segundo. Porém, é como se fosse outra pessoa que estivesse preocupada com o trabalho e não eu. Eu estou sentada, música ligada e pensamento ausente.
- Queria poder ir para casa.
- Mas não estás em casa?
- Estou em casa. Mas não estou no meu lar...
São coisas diferentes? Para mim são.
Houve tempos [e talvez ainda hoje isso seja uma realidade] em que quis sair de casa. Quis ausentar-me da segurança que sempre tive ali. Precisava de mim.
Contudo, hoje só preciso de voltar.
E talvez seja isso que me torna em quem sou: esta continua vontade de voltar. Eu quererei sempre voltar!
Sinto-me cansada. Tenho a alma ferida, das lutas já travadas. E sinto que o mundo é pequeno de mais para tanta batalha.
Quero aninhar-me. Sentar-me no chão. Deixar-me ir.
Quero uma caminhada que me deixe extenuada, mas de espírito leve, de alma vazia.
Tenho saudades do olhar risonho. Quero [re]aprender a dar abraços – aqueles que dizem só eu saber dar.
- Queria poder ir [já] para casa...
... e só voltar daqui a muito, muito tempo!
sábado, abril 3
[Re]volta
O medo de adormecer volta. O medo de ficar sem [sonh]ar... ou [sonh]ar demais?
Volta o medo de escrever. O pânico do escuro. O frio da ausência.
Recomeça a falta de palavras.. e a dor da sua ausência..
A angústia de não conseguir rebentar... de ser como aqueles balões que se compram na feira e que, se não cuidarmos deles, voam até os perdermos de vista.. [e eu voei!]
Voei e perdi-me de vista. Desencontrei-me com o céu. Não soube lá chegar.
Nem soube comprar os sonhos.. perdi-me no caminho para a loja.
Dissera-me que a estrada era aquela.. que o caminho certo era por ali.. e eu fui. Porém, tudo o que encontrei foi um beco sem saída.. onde não havia respostas, nem verdades.
Não tinha braços estendidos à minha espera, nem ombros gratuitos.
Esses, perdi-os também.
E fiquei eu.
Somente eu.
[Um dia vou descobrir o caminho certo.
Descobrir como se segura o meu balão.
Chegar às nuvens.]
sábado, março 6
Até amanhã.
Fechei-te n[um]a gaveta. Arrumei-te. Disse-te até amanhã e dei volta à chave.
Tu não tinhas forças para o fazer. Ou não querias.
Agradava-te o facto de eu ter a gaveta aberta para que pudesses sair quando quisesses, mesmo que eu não o quisesse. Então fechei-te.
Não soubeste merecer essa vida que te dei, essa abertura da minha gaveta. E, numa das vezes em que saíste [a última, eu sei], quase deitavas a gaveta ao chão e a fazias em cacos, tal era a tua força.
Por isso tive que te fechar.
Desculpa.
Há dias em que é melhor assim. Fechar-te. Dar a volta à chave e dizer 'até amanhã'.
Tu não tinhas forças para o fazer. Ou não querias.
Agradava-te o facto de eu ter a gaveta aberta para que pudesses sair quando quisesses, mesmo que eu não o quisesse. Então fechei-te.
Não soubeste merecer essa vida que te dei, essa abertura da minha gaveta. E, numa das vezes em que saíste [a última, eu sei], quase deitavas a gaveta ao chão e a fazias em cacos, tal era a tua força.
Por isso tive que te fechar.
Desculpa.
Há dias em que é melhor assim. Fechar-te. Dar a volta à chave e dizer 'até amanhã'.
quinta-feira, dezembro 10
In[só]nias

O sono não vem. O desespero aumenta. As voltas na cama fazem-me calor. Já estou a transpirar. E irritada. O mau humor acumula-se. Condensa-se.
O tic-tac do relógio indica a passagem do tempo. Mas o tempo não passa! Congela-se nos minutos sempre iguais.
A porta abre-se.
Reclamam por a luz ainda estar acesa, por eu ainda estar acordada. Apago a luz. Prometo ir dormir.
A porta fecha-se.
E eu, atenta a cada som, espero que o silêncio volte novamente para [re]acender a luz.
O sono não vem.
Não consigo dormir. Talvez não queira dormir também.
Pego num livro mas, ao fim de algumas linhas canso-me e apetece-me atirá-lo pela janela.
Está calor. Tenho sede. E estes malditos mosquitos insistem em deixar-me sem sangue, quais vampiros!
O sono não vem.
E eu também não sei ir ter com ele. Esqueci o caminho no mesmo dia em que o sono me começou a trazer sonhos.
O son[h]o não vem. [E eu [não] quero que venha!]
Não quero sono que se perca passado uma hora, testa suada e coração a mil.
Quero uma viagem calma, um son[h]o despreocupado.
O sono não vem.
Ou talvez esteja já a chegar...
Vamos lá ver que son[h]os o sonho me traz!
quinta-feira, março 26
[O] velho ,

Quando o velho do banco do jardim se levantou, o seu caminhar era lento. Cada passo era contado e medido... sentido profundamente..
Era como se o chão fosse feito de pequenas agulhas que o fazem perder a pouca vontade que ainda tem de caminhar.
Cada passo parecia uma oração... um pedido para fazer só mais uma caminhada... aquela caminhada... Uma luta para chegar ao destino... (a uma casa vazia?)
Aquele velho, já travou muitas lutas e já lutou por muitos... e agora? está pra'li esquecido...
Quem procurará por ele?
Quem o encontrará?
Quem conseguirá olhar no fundo dos seus olhos e encontrar a solidão, o desespero? Quem compreenderá quando ele quiser (e tentar!) deixar de existir? Quem entenderá quando, em desespero, pedir desculpas pelos erros, falhas e esquecimentos já constantes? Quem sorrirá quando ele, com lágrimas nos olhos, agradecer simplesmente a presença?
Quem?
Quem será capaz?
E, depois de tudo, quem o amará?
quinta-feira, março 12
A chuva dos dias .
- “O que tens? O que se passa?”
- “Nada”
- “Então porque estás assim?”
Sinto o mundo a ruir, sabes? É como se, à tua frente, apenas visses um buraco, cada vez mais próximo... cada vez mais fundo.
Será que não entendes?
Dizem que a chuva que mais incomoda é a que acontece dentro de nós. Aquela que inunda o nosso ser e fustiga as nossas janelas... A chuva que apodrece e faz ruir as nossas muralhas...
E depois disto, o que resta?
Depois da chuva, virá sempre o sol? Depois de tudo, todos voltam? Ou ficarão sempre escondidos nas tocas onde se refugiaram para nada ter de dizer... para nada ter de fazer? Depois de todas as pedras juntas, quem sobe a escada? Depois da batalha ganha, quem receberá as flores e as palmas?
Revolto-me.
Revolto-me mas nada posso fazer. Revolto-me mas não posso gritar. Revolto-me mas não posso fugir...
E questiono-me. Mas de que adianta questionar? Procurar sentido para o mundo e as batalhas que nos atormentam...?
Nada.
Porque o tudo é nada e o nada é tudo.
E eu sou nada.
Hoje sou nada.
E neste nada que sou, sei que tenho tudo dentro de mim.
- “Nada”
- “Então porque estás assim?”
Sinto o mundo a ruir, sabes? É como se, à tua frente, apenas visses um buraco, cada vez mais próximo... cada vez mais fundo.
Será que não entendes?
Dizem que a chuva que mais incomoda é a que acontece dentro de nós. Aquela que inunda o nosso ser e fustiga as nossas janelas... A chuva que apodrece e faz ruir as nossas muralhas...
E depois disto, o que resta?
Depois da chuva, virá sempre o sol? Depois de tudo, todos voltam? Ou ficarão sempre escondidos nas tocas onde se refugiaram para nada ter de dizer... para nada ter de fazer? Depois de todas as pedras juntas, quem sobe a escada? Depois da batalha ganha, quem receberá as flores e as palmas?
Revolto-me.
Revolto-me mas nada posso fazer. Revolto-me mas não posso gritar. Revolto-me mas não posso fugir...
E questiono-me. Mas de que adianta questionar? Procurar sentido para o mundo e as batalhas que nos atormentam...?
Nada.
Porque o tudo é nada e o nada é tudo.
E eu sou nada.
Hoje sou nada.
E neste nada que sou, sei que tenho tudo dentro de mim.
[09-03-09]
quarta-feira, março 4
[Colo]rir [d]os dias.
Os dias são como uma página em branco em que ninguém escreve. Uns porque não sabem, outros porque a vida os ensinou a ter medo das palavras e outros ainda porque simplesmente não querem.
Por vezes, (há) um menino (que) encontra um lápis no chão e escreve um passeio no jardim, um abraço, um dia de sol e calor. E isto torna-se o esboço de um desenho onde depois, com um marcador tirado do ar, irá colorir sorrisos. Depois, irá lembrar-se que já é tarde e que terá que ir para casa... E vai.
Por vezes, (há) um adulto (que) pega na caneta que traz sempre no bolso e começa a escurecer o céu e faz surgir as tempestades... estraga os jardins e rouba os abraços, deixando lá ficar a (sua) insegurança... substituindo os sorrisos por lágrimas...
Por vezes, (há) um velho sentado num banco de jardim (que) encontra uma borracha no seu coração e apaga tudo. Encontra o carinho e a ternura que vagueiam, perdidas, em cada olhar que dirige aos outros e, com isso, planta fores no jardim. Desperta a compreensão naqueles que o olham e torna o céu no mais belo dos quadros. Porém, esta compreensão apenas é possível porque quem o olha pensa que está sozinho e traz consigo a solidão... mas, na realidade, iludem-se! O velho possuía um grande coração e isso tornou-o na pessoa mais feliz que alguém conhecera... somente porque trazia em si todos os sonhos do mundo.
E por isso, apenas por isso, fora capaz de pintar o mundo com as mãos de uma criança.
Por vezes, (há) um menino (que) encontra um lápis no chão e escreve um passeio no jardim, um abraço, um dia de sol e calor. E isto torna-se o esboço de um desenho onde depois, com um marcador tirado do ar, irá colorir sorrisos. Depois, irá lembrar-se que já é tarde e que terá que ir para casa... E vai.
Por vezes, (há) um adulto (que) pega na caneta que traz sempre no bolso e começa a escurecer o céu e faz surgir as tempestades... estraga os jardins e rouba os abraços, deixando lá ficar a (sua) insegurança... substituindo os sorrisos por lágrimas...
Por vezes, (há) um velho sentado num banco de jardim (que) encontra uma borracha no seu coração e apaga tudo. Encontra o carinho e a ternura que vagueiam, perdidas, em cada olhar que dirige aos outros e, com isso, planta fores no jardim. Desperta a compreensão naqueles que o olham e torna o céu no mais belo dos quadros. Porém, esta compreensão apenas é possível porque quem o olha pensa que está sozinho e traz consigo a solidão... mas, na realidade, iludem-se! O velho possuía um grande coração e isso tornou-o na pessoa mais feliz que alguém conhecera... somente porque trazia em si todos os sonhos do mundo.
E por isso, apenas por isso, fora capaz de pintar o mundo com as mãos de uma criança.
quarta-feira, fevereiro 18
[desas]sossegos '
Apetece-me gritar ao mundo esta dor que trago no ser.. que queima como se ácido fosse. Arrancar a pele já estragada por tantas lágrimas. E esconder tudo isso de ti.
É que a cada dia uma ruga nova surge nesse teu rosto que tantos traços tem de eterno.
Quantos sonhos há em ti?
Aperto-te a mão para que adormeças... e, enquanto dormes, penso “quantas histórias há em ti?”. E tu deixas-te ficar, na segurança do aconchego que te ofereço.
Tens o sono agitado e acordas em sobressalto.
É sempre assim.
Levantas a mão no escuro e traças um desenho invisível no ar... passas a mão nas coisas que te rodeiam... como se pudesses assim limpar o mundo.
Olho-te. Puxas as mantas e escondes a cara.
- Não tenhas medo – sussurro – Eu estou contigo, já passou.
Olhas-me. Os teus olhos enchem-se de lágrimas. Olhas-me novamente, confuso. Já não me reconheces... e olhas-me como se nunca me tivesses conhecido. Sorrio-te e tu desvias o olhar. Escondes-te novamente. Já nem sequer me deixas afastar as mantas. Estas frágil, mas tens uma força desmedida quando se trata do que sentes.
Voltou tudo ao início...
Voltou tudo ao início...
- Vamos dormir?
Sinto que acalmas e balbucias um 'sim', quase incompreensível. Mas não largas as mantas...
Anda, vamos dormir. Foi só um sonho mau...
Já passou. Tudo vai passar...
Anda, vamos dormir. Foi só um sonho mau...
Já passou. Tudo vai passar...
Coragem .
quarta-feira, fevereiro 4
[nada m]ais.

" (...) Se calhar sou uma dessas que, de coração endurecido, nega. E nego. Porém, tenho uma vontade louca de acreditar. Mas já não há nada mais para acreditar.
E nesta encruzilhada em que me encontro agora, sem saber qual é a direita ou a esquerda, não encontro o caminho. Perdi-me. Não no passado que já libertei, mas no presente que me prende e sufoca.
Nesta estrada de tantos buracos pela qual caminho, não tenho céu.
E tudo aquilo que sempre defendi e em que sempre acreditei (porque me ensinaram a acreditar) desfez-se em fumo.. em espuma.. em pequenas bolinhas de esferovite que não consegues agarrar.. em vento. "
domingo, novembro 23
Sempre .
Às vezes, na nossa vida, é preciso recomeçar... a mar, a acreditar... tudo. É preciso olharmos à nossa volta, esquecermos o que vimos e ouvimos, por tudo de parte. Esquecer... Aprender o que há a aprender e recomeçar. Cada dia é um novo ponto de partida, um novo desafio, um novo amanhã. Um novo recomeço.
Aquilo que hoje foi, amanhã pode já não ser. Se hoje tenho medo e tremo por dentro com cada simples pensamento, amanhã pode já nada ser assim.
Um novo recomeço...
Os dias de chuva e as tempestades interiores hão-de passar. Tudo é possível. E eu acredito. “Acredito que nada se perde” dizia eu num outro texto, numas outras palavras. E acredito de facto. Nada se perde e nós não perdemos nada, também, ao acreditarmos que tudo é possível. E eu acredito. Uma e outra vez e quantas vezes forem necessárias, eu acredito.
Acredito porque acreditar é ter já a certeza do amanhã; ter a certeza que tudo será diferente e que nós podemos tudo. Acreditar é sonhar com o coração. É pegar em cada pequena parte de sonho e torna-lo realidade, por muito difícil que essa realidade seja. Acreditar é não ter medo – ou melhor, é ter medo, mas não deixar que esse medo nos domine.
“Acredito no impossível” dizia eu um pouco depois... porque o impossível somos nós que o fazemos. Somos nós que ditamos os nossos limites e o nosso impossível. E não é impossível acreditar, mesmo quando já mais ninguém acredita. E, por isso, eu acredito.
E acreditarei sempre.
Mesmo que todos se neguem a acreditar comigo. Mesmo que todos me digam que já não é possível acreditar... se Tu me dizeres o contrário, eu acreditarei...
E estarei sempre aqui, do Teu lado... sempre.
Aquilo que hoje foi, amanhã pode já não ser. Se hoje tenho medo e tremo por dentro com cada simples pensamento, amanhã pode já nada ser assim.
Um novo recomeço...
Os dias de chuva e as tempestades interiores hão-de passar. Tudo é possível. E eu acredito. “Acredito que nada se perde” dizia eu num outro texto, numas outras palavras. E acredito de facto. Nada se perde e nós não perdemos nada, também, ao acreditarmos que tudo é possível. E eu acredito. Uma e outra vez e quantas vezes forem necessárias, eu acredito.
Acredito porque acreditar é ter já a certeza do amanhã; ter a certeza que tudo será diferente e que nós podemos tudo. Acreditar é sonhar com o coração. É pegar em cada pequena parte de sonho e torna-lo realidade, por muito difícil que essa realidade seja. Acreditar é não ter medo – ou melhor, é ter medo, mas não deixar que esse medo nos domine.
“Acredito no impossível” dizia eu um pouco depois... porque o impossível somos nós que o fazemos. Somos nós que ditamos os nossos limites e o nosso impossível. E não é impossível acreditar, mesmo quando já mais ninguém acredita. E, por isso, eu acredito.
E acreditarei sempre.
Mesmo que todos se neguem a acreditar comigo. Mesmo que todos me digam que já não é possível acreditar... se Tu me dizeres o contrário, eu acreditarei...
E estarei sempre aqui, do Teu lado... sempre.
sempre .
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